Pitacos de uma comunicóloga | sexta, 05 de fevereiro

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Prêmio Caio 2010: “deu jacaré” para a Ato Interativo
A inscrição que começou como uma aposta, uma tentativa de “descobrir se estava no caminho certo”, levou a agência juizforana Ato Interativo, na última terça-feira, 2, à São Paulo para receber o Jacaré de Ouro na décima edição do Prêmio Caio.
Quando recebi a notícia de que a Ato Interativo tinha recebido o Jacaré de Ouro no Prêmio Caio, fiquei surpresa e feliz – na verdade orgulhosa. Surpresa porque já tinha assistido a uma palestra com um dos organizadores do Prêmio e pude perceber sua dimensão e significado. Assim, ver uma empresa de Juiz de Fora entre as finalistas foi uma surpresa muito boa. E orgulho porque também assisti a um workshop da Ato Interativo, quando descobri que seu diretor executivo é Felipe Gazolla, ex-membro da Acesso Comunicação Jr., empresa júnior da qual fiz parte por um ano e sete meses. Na mesma hora pensei: “tenho que fazer uma entrevista para o blog”.
Leia a entrevista na íntegra.

Prêmio Caio 2010: “deu jacaré” para a Ato Interativo

A inscrição que começou como uma aposta, uma tentativa de “descobrir se estava no caminho certo”, levou a agência juizforana Ato Interativo, na última terça-feira, 2, à São Paulo para receber o Jacaré de Ouro na décima edição do Prêmio Caio.

Quando recebi a notícia de que a Ato Interativo tinha recebido o Jacaré de Ouro no Prêmio Caio, fiquei surpresa e feliz – na verdade orgulhosa. Surpresa porque já tinha assistido a uma palestra com um dos organizadores do Prêmio e pude perceber sua dimensão e significado. Assim, ver uma empresa de Juiz de Fora entre as finalistas foi uma surpresa muito boa. E orgulho porque também assisti a um workshop da Ato Interativo, quando descobri que seu diretor executivo é Felipe Gazolla, ex-membro da Acesso Comunicação Jr., empresa júnior da qual fiz parte por um ano e sete meses. Na mesma hora pensei: “tenho que fazer uma entrevista para o blog”.

Leia a entrevista na íntegra.

 

Zine Cultural | sábado, 30 de janeiro

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zineA Ato Interativo é finalista do Prêmio Caio, considerado o “Oscar” dos eventos.

A agência digital está entre os três melhores cases de comunicação online para eventos do Brasil com o trabalho realizado para uma micareta local.

O resultado final é dia 02 de fevereiro, em São Paulo.

 

Pauta Econômica | domingo, 20 de dezembro

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2009 bem longe da crise

A crise financeira que assustou o mundo no final de 2008, trazendo incertezas para 2009, parece ter passado, definitivamente, longe do mercado digital. De acordo com dados do e-bit, maior referência em pesquisas de tendências do e-commerce no Brasil, as vendas por meio do comércio virtual esse ano devem alcançar um aumento de 30% em relação aos 12 meses anteriores.

Em Juiz de Fora a situação não é diferente. À frente do mercado de comunicação online, a agência digital Ato Interativo encerra o ano com muitos motivos para comemorar. Além da conquista de novos clientes, a empresa fecha 2009 com um faturamento 54% superior a 2008. “Com certeza, isso é fruto de muito investimento. Não tivemos medo da crise e, sim, a enfrentamos de frente, nos preparando para criar diferenciais no mercado”, garante o diretor executivo da empresa, Felipe Gazolla.

Diferenciais comprovados logo no primeiro semestre desse ano, com a conquista de cinco troféus no prêmio do Clube de Criação de Juiz de Fora. A Ato Interativo foi a agência web mais premiada, conquistando tanto o júri popular quanto o técnico. “Essas conquistas nortearam a comunicação da empresa para o segundo semestre, gerando um novo estímulo para a equipe”, afirma o diretor de planejamento, Pedro Marques.

Antes mesmo de fechar o balanço de dezembro, já é possível avaliar o retorno dessa ênfase. Só no portifólio que já contava com mais de 70 clientes, dos mais variados ramos de atuação, entre outubro e novembro, a empresa conquistou 15 novas marcas. “E estamos falando de grandes nomes, como Rádio Globo, TVE, Acispes, Casa Pinho, Fajollo Joias, Brasmed, CES, Dom Marco, MAC, Restaurante Palácio. São empresas líderes em seus segmentos que vêem na Ato Interativo uma parceira estratégica de posicionamento online”, comemora Felipe.

E não para por ai. A trajetória consolidada pela Ato Interativo ao longo de cinco anos de história, com destaque para o desempenho 2009, pode garantir novos frutos já no início de 2010. Isso porque a empresa teve um case aprovado no Prêmio Caio, considerado o maior evento nacional no segmento de turismo. A agência web concorre com site, promoção online e vendas pela internet, resultado de um projeto arrojado realizado para o JF Folia. Ou seja, muito provavelmente, 2010 vem com muito mais conquistas!

 

Mega Minas | terça, 17 de novembro

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Brasil é o 3º país com maior número de jovens empreendedores
Publicado em 17/11/2009 às 18:14Envie por e-mailAssine nosso conteúdo
Por MGTV Panorama
deJuiz de Fora
Veja exemplos de ideias simples que se tornaram grandes negócios
Os jovens representam quase 20% dos brasileiros que são donos do próprio negócio. A nova geração de empreendedores surge de onde menos se espera. Um relatório de um grupo internacional de empreendedorismo revela que 13 em cada 100 pessoas no país não têm patrão. São donos do próprio negócio, e quase 19,5% delas têm entre 18 e 24 anos. Uma outra pesquisa realizada em 43 países, entre eles Estados Unidos, Alemanha e Dinamara, coloca o Brasil em terceiro lugar entre as nações com mais jovens empreendedores. Perde apenas para Irã e Jamaica.
Em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, uma amizade rendeu uma empresa. Tudo começou em festa para cinco sócios, que têm entre 25 e 28 anos. Há seis, os amigos e então universitários resolveram promover um evento com estudantes de Direito, Administração e Odontologia. A ideia deu certo e foi patenteada. Hoje, a festa é realizada uma vez por semestre e conta com a participação de cerca de dez mil pessoas. De olho no negócio promissor, em 2005 eles montaram uma empresa voltada exclusivamente para eventos universitários.
Um dos empresários, Renato Menezes Filgueiras, lembra que as famílias no início desconfiavam de que o negócio daria certo, pois achavam que os jovens não tinham noção do que a empresa poderia se tornar.
Fernando Sotrate Ferreira, outro empresário do grupo, é formado em Odontologia, mas só exerceu a profissão por dois meses. Largou a área e o sonho da família que desejava que ele seguisse a carreira de dentista. Em 2007, os sócios ampliaram o negócio. Agora organizam formaturas, casamentos, festas de 15 anos e empresariais. Comandam 30 funcionários, além de um bufeet. Mas de acordo com Vítor de Oliveira Pedrosa, levar um negócio adiante não é nada fácil, exige muita dedicação e confiança no sonho. No ano que vem, eles pretendem abrir filiais no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
Outro exemplo é o de Felipe Gazzola. Com 25 anos ele comemora o sucesso da Agência Web que começou em 2004, ainda durante a Faculdade de Jornalismo. A ideia de montar um negócio surgiu depois que ele levou um não na seleção de um estágio.
A empresa cria sites e publicidade para internet e hoje tem sede própria e nove funcionários. Mantém 80 clientes ativos e se prepara para entrar no mercado carioca. Eládio Gonzalez cursou Faculdade de Administração e Direito, mas sempre quis ser dono do próprio negócio. Começou com três carrinhos de picolé. Hoje já investe em outras áreas como lotéricas e academia de ginástica.
Mas todo cuidado é pouco na hora de abrir uma empresa. Segundo Patrícia Maia, especialista em gestão de negócios, é necessário cautela para analisar os números. É preciso planejamento e conhecimento para evitar mortalidade da empresa.

Brasil é o 3º país com maior número de jovens empreendedores

Por MGTV Panorama de Juiz de Fora

Veja exemplos de ideias simples que se tornaram grandes negócios

12584984209548861Os jovens representam quase 20% dos brasileiros que são donos do próprio negócio. A nova geração de empreendedores surge de onde menos se espera. Um relatório de um grupo internacional de empreendedorismo revela que 13 em cada 100 pessoas no país não têm patrão. São donos do próprio negócio, e quase 19,5% delas têm entre 18 e 24 anos. Uma outra pesquisa realizada em 43 países, entre eles Estados Unidos, Alemanha e Dinamara, coloca o Brasil em terceiro lugar entre as nações com mais jovens empreendedores. Perde apenas para Irã e Jamaica.

Em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, uma amizade rendeu uma empresa. Tudo começou em festa para cinco sócios, que têm entre 25 e 28 anos. Há seis, os amigos e então universitários resolveram promover um evento com estudantes de Direito, Administração e Odontologia. A ideia deu certo e foi patenteada. Hoje, a festa é realizada uma vez por semestre e conta com a participação de cerca de dez mil pessoas. De olho no negócio promissor, em 2005 eles montaram uma empresa voltada exclusivamente para eventos universitários.

Um dos empresários, Renato Menezes Filgueiras, lembra que as famílias no início desconfiavam de que o negócio daria certo, pois achavam que os jovens não tinham noção do que a empresa poderia se tornar.

Fernando Sotrate Ferreira, outro empresário do grupo, é formado em Odontologia, mas só exerceu a profissão por dois meses. Largou a área e o sonho da família que desejava que ele seguisse a carreira de dentista. Em 2007, os sócios ampliaram o negócio. Agora organizam formaturas, casamentos, festas de 15 anos e empresariais. Comandam 30 funcionários, além de um bufeet. Mas de acordo com Vítor de Oliveira Pedrosa, levar um negócio adiante não é nada fácil, exige muita dedicação e confiança no sonho. No ano que vem, eles pretendem abrir filiais no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.

Outro exemplo é o de Felipe Gazolla. Com 25 anos ele comemora o sucesso da Agência Web que começou em 2004, ainda durante a Faculdade de Jornalismo. A ideia de montar um negócio surgiu depois que ele levou um não na seleção de um estágio.

A empresa cria sites e publicidade para internet e hoje tem sede própria e nove funcionários. Mantém 80 clientes ativos e se prepara para entrar no mercado carioca. Eládio Gonzalez cursou Faculdade de Administração e Direito, mas sempre quis ser dono do próprio negócio. Começou com três carrinhos de picolé. Hoje já investe em outras áreas como lotéricas e academia de ginástica.

Mas todo cuidado é pouco na hora de abrir uma empresa. Segundo Patrícia Maia, especialista em gestão de negócios, é necessário cautela para analisar os números. É preciso planejamento e conhecimento para evitar mortalidade da empresa.

 

Tribuna de Minas | domingo, 15 de novembro

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‘OSCAR’ DOS EVENTOS

Juiz de Fora está entre os indicados ao Prêmio Caio, considerado o “Oscar dos eventos” no Brasil.

Pela primeira vez, a cidade vai concorrer na categoria Destinos de Pequeno e Médio Portes, em função da excelente estrutura para receber eventos, segundo o presidente do JF Convention & Visitors Bureau, Marco Antônio Menezes.

O La Rocca concorre na categoria Espaços para Eventos e a Ato Interativo, na categoria Serviços/Soluções Web. Carlos Roberto Zanini foi convidado para compor o júri da premiação.

 
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