Estudo aponta que 3 meses de propaganda online gera mais vendas do que 1 ano na TV

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Um estudo divulgado na última semana aponta para um indicativo, no mínimo, polêmico. De acordo com os pesquisadores, uma campanha de Varejo feita durante 3 meses na internet consegue gerar um volume de vendas maior do que um esforço de um ano na televisão.

Durante 12 semanas, um grupo de pessoas foi exposto a banners estáticos ou interativos contendo promoções de supermercados e redes de varejo. Como resultado, foi observado um aumento de 9% no volume de vendas das redes sendo que em 80% das ações ocorreu um aumento significativo no volume de vendas dos produtos em destaque.

Em comparação com as mesmas marcas anunciadas na TV, o estudo mostra que, em um ano, as campanhas geraram um aumento de 8% nas vendas, sendo que 36% das marcas anunciadas apresentaram um aumento mais elevado em vendas.

Claro que esse resultado apresentado não vai se encaixar com todas as campanhas no varejo, mas é um indicativo cada vez mais forte do poder da mídia digital no segmento. O estudo, na verdade, comprova a eficácia da internet e a necessidade cada vez maior da ampliação dos investimentos em ações interativas planejadas.

E você, concorda com a nossa opinião?

O estudo foi apresentado pela empresa de análise de dados comStore.

 

Realidade Aumentada é destaque no Jornal da Globo

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0,,21059592-EX,00O Jornal da Globo dedicou na edição de quinta-feira (11) uma matéria de destaque para a chamada “Realidade Aumentada”. Essa tecnologia, utilizada no Brasil pela Skol na divulgação do evento Skol Sensations, parece estar chegando para ficar na publicidade.

Através de marcadores impressos em anúncios o consumidor pode visualizar informações variadas a partir do uso de uma webcam no site da marca. Parece complicado, mas não é! Um trabalho desse tipo passa a permitir imersões 3D e experiências de utilização de produtos ainda não imaginadas.

Viaje conosco: Você vê na sua revista semanal favorita o anúncio de um novo modelo de automóveis. Pega esse anúncio, entra no site da concessionária e aponta a sua webcam para revista. Na mesma hora visualiza o carro em 3D, podendo girar para uma visualização 360º, alterar a cor da pintura e muito mais.

Para assistir a matéria do Jornal da Globo, acesse: http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1191839-16021,00-O+JORNAL+DA+GLOBO+AUMENTOU+A+REALIDADE.html

Leia mais sobre o assunto na Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada

 

Encontro de TI – RJ

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Esse último sábado foi especial pro pessoal da Ato.Interativo, estivemos presentes no ETI (encontro de TI) e no EWD (Encontro de Web Design) na cidade do Rio de Janeiro.

Os dois eventos aconteceram no mesmo local, em salas diferentes e podíamos transitar à vontade. Assisti a primeira palestra do dia no EWD, depois fui para a sala do ETI e não saí mais.

As palestras foram ótimas, com pessoas que, mais do que terem conteúdo para apresentar, tem a ‘autoridade’ de quem está no mercado, ganhando dinheiro com as tecnologias e, principalmente, posturas que nos apresentam. E posso adiantar, a postura que pareceu permear todo o evento é a de que devemos usar a ferramenta certa para o trabalho.

Isso pode parecer demagogia, num evento onde cada palestrante fala sobre uma tecnologia (= ferramenta), a idéia central é cada trabalho demanda uma ferramenta diferente, mas essa postura está longe de ser conciliadora. Ela é uma postura extremamente racional e que parece ser tão difícil de entender para as pessoas ligadas à desenvolvimento.

O pensamento dominante é de que você aprende uma tecnologia (uma linguagem de programação por exemplo), domina ela e usa para sempre (e quase sempre defende até a morte). O fato é que o mundo não funciona assim, por um princípio muito simples: a ferramenta que usamos, e principalmente a postura que temos, mudam a forma que pensamos sobre o problema e consequentemente a solução. É como no ditado norte-americano: “Quando tudo o que você tem é um martelo, todos os problemas parecem pregos.”

Mas claro, uma ferramenta para cada problema não se resume nisso, existe aí também a idéia de que há uma ferramenta para cada tempo, elas devem estar adaptadas aos dia de hoje, às necessidades de agora e isso é tarefa difícil porque o mundo da tecnologia em geral muda muito rápido. E o que parece assustar as pessoas é: “nossa então vamos ter que aprender VÁRIAS coisas?”. SIM, vamos. E isso é bom. “Um especialista em algo é apenas um amador em todo o resto”. Quando você tem conhecimento em várias técnicas, tecnologias, teorias, idéias você vê os problemas de outra forma. E mais, como meu pai diz: “Conhecimento não ocupa espaço”, então vamos aprender outras coisas, vamos aprender várias coisas.

E antes de começar a falar sobre uma parte  mais técnica, sobre linguagens de progamação e frameworks, gostaria de registrar um GRANDE agradecimento ao Felipe, nosso chefe, pela iniciativa de investir em todos nós da Ato Interativo. É a demonstração de uma grande postura que certamente se traduz em valor de negócio. Porque melhores funcionários fazem a diferença.

A parte técnica começa aqui :)

Na palestra de Guilherme Chapiewski, da globo.com, ele revelou que eles trabalham com Django, Ruby on Rails e PHP. É o fim da fase das ‘Java shops’, ‘PHP shops’ e o começo do Polyglot Programming – uma ferramenta para cada necessidade. Guilherme fala sobre os frameworks com a perspectiva de quem está no mercado de uma empresa referência da web brasileira e fala do que vive no dia-a-dia. Ele não tem motivos políticos para defender Ruby ou Python, ele fala da produtividade e da qualidade que encontra ao usar tais ferramentas. Sua frase mais forte, que nós da Ato gostamos é: “Qualidade não é negociável”. Não adianta: ‘faz qualquer coisa pra terminar mais rápido’ ou ‘faz qualquer coisa porque sai mais barato’. De novo: “Qualidade não é negociável”.

Na ótima palestra da Paulo Silveira da Caelum, ele apresenta uma visão de arquitetura de software onde os componentes não são apenas de hardware (servidores, dbs, cache servers), mas software, componentes são as classes, os módulos. Nesse contexto defende os princípios básicos como “Programe para uma interface, não para uma implementação”, encapsulamento e não-acoplamento, nos levando à idéia que gosto de Design by Contract. Ele apresentou também o básico de SOA (Service Oriented Architecture), falando sobre web services e suas interfaces, mostrou a diferença monstruosa que existe entre a burocracia dos XMLs de SOAP e a simplicidade do JSON.

A última palestra do dia foi também a mais densa onde Fábio Akita apresentou bem mais do que o ecossistema Ruby on Rails, mas nos colocou dentro da origem dos conceitos de onde emana a ‘opinião’ do Rails. Como eu sou “suspeito pra falar” sobre Ruby ou Rails, prefiro deixar que algum companheiro de Ato blogue sobre o que acharam. Eu já conhecia o ‘ecossistema Rails’ e continuo achando que é um dos caminhos do futuro.

Claro, não falei sobre todas as palestras, apenas as que achei que tinha algo de interessante para discutir. E claro, a cobertura do EWD que será devidamente blogada por algum “Atuante Interativo” (o.O)

Veja aqui a pequena cobertura que fiz ao vivo, com fotos!

Diogo Terror