Saúde em foco
Santa Casa/Plasc promove campanha de prevenção ao Tabagismo
26.05
De hoje até o dia 31 de maio, quando se comemora o Dia Mundial sem Tabaco, acontece a “Semana de Prevenção e Combate ao Tabagismo” na Santa Casa. A ação, que é realizada desde 2004, tem o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos do cigarro e as melhores formas de prevenção.
Durante toda a semana, haverá visita educativa sobre o tema dentro do Hospital e inscrições para tratamento multidisciplinar gratuito para associados do Plasc e colaboradores da Santa Casa que desejam parar de fumar. No dia 29, de 10h às 16h, um Stand no Mister Shopping contará com profissionais para medir a concentração de partículas de tabaco nos fumantes. No dia 31, às 16h, uma palestra no Salão Nobre da Santa Casa, ministrada pelo cardiologista José Maria Domith, abordará o tema “Respire uma nova vida”. No mesmo dia, uma ação educativa no jardim da Santa Casa, entre 9h e 16h, fará orientação sobre Tabagismo, Hipertensão e Diabetes.
Tabagismo no Brasil
No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais. Em Porto Alegre, encontram-se as maiores proporções de fumantes, tanto no sexo masculino quanto no feminino, e em Aracaju, as menores. Essa pesquisa também mostrou que a concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo. Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, nos anos de 2002-2003 (Vigescola) a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino.
Fonte: INCA (Instituto Nacional de Câncer)
Michelle Cafiero
Assessora de Comunicação